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Geração Alpha: Desafios na Educação

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As definições das últimas gerações dizem muito sobre as mudanças da nossa sociedade, principalmente nas relações sociais e de consumo e uso da tecnologia.

São mudanças que impactam profundamente o mercado de trabalho e, consequentemente, trazem demandas completamente novas à educação.

Por isso, neste post vamos apresentar e entender melhor a Geração Alpha, e os desafios na educação.

As Primeiras Gerações

A primeira geração formada por pessoas nascidas após à Segunda Guerra Mundial até os anos de 1960 é chamada de baby boomers ou geração X.

Como o próprio nome diz, os baby Boomers — explosão de bebês — foram a geração marcada pelo pós-guerra, com o retorno dos combatentes a seus lares e pelo crescimento da taxa de natalidade, que culminou em um grande aumento populacional, especialmente nos Estados Unidos.

Essa geração acompanhou uma série de transformações culturais, como o movimento hippie, mas, ao mesmo tempo, foram impactados pelo fim recente de uma guerra e pelo desejo de estabilidade financeira.

Com empregos fixos e a garantia de uma aposentadoria, os baby boomers deram origem à geração Y que, a partir dos anos de 1980, nasceu e cresceu em um cenário mais favorável nos aspectos políticos e econômicos.

A geração Y teve mais acesso à educação, pois, não tinham a obrigatoriedade de contribuir financeiramente tão cedo para as contas da casa. Podendo investir em oportunidades de formação, com cursos complementares, cursos de mestrado e doutorado.

A carreira se tornou uma prioridade e os Ys são apontados como os jovens que moram eternamente na casa de seus pais. Uma brincadeira que reflete, de fato, o adiamento do casamento e da constituição de família, em comparação com os baby boomers.

Geração Y e Z

Geração “mimimi” é outro rótulo comum para quem nasceu entre os anos de 1980 e 1995, seja pela problematização constante de tudo e pelo individualismo.

Mas a verdade é que a geração Y marcou um período de inovação e criatividade impulsionada pela democratização do acesso às tecnologias digitais e à internet.

Esses jovens viram o advento das redes sociais, a popularização da fotografia digital, os primeiros serviços de streaming e também de e-commerce.

Um cenário efervescente e contagiante, que preparou o terreno para a geração que estava por vir, a Z.

Os jovens nascidos a partir de 1996 até os anos de 2010 não conheceram o mundo sem acesso fácil e relativamente barato à internet.

Para eles, não há distinção entre o offline e o online, o que cria uma nova forma de enxergar o mundo.

Toda a informação necessária para consertar um brinquedo ou desvendar um problema de física está a poucos cliques de distância, e isso faz com que os jovens da geração Z busquem mais do que só informação.

É com eles que assistimos ao retorno da cultura do “faça você mesmo”, à valorização do consumo mais consciente e à preocupação com responsabilidade social e ambiental em todas as esferas da vida.

O mundo do trabalho e da educação passa por uma profunda e ampla transformação, o que faz com que o empreendedorismo se configure como uma alternativa à atuação profissional.

Mas, afinal, quem é a geração Alpha?

Enquanto a Jabulani rolava em campo durante os jogos da Copa do Mundo na África do Sul, a tecnologia em 2010 estava em crescimento acelerado.

A tecnologia touchscreen, já existente, se popularizou e passou a ser acessível à população em videogames, tablets ou smartphones.

Os carros elétricos começaram a ganhar as ruas, consolidando-se como uma alternativa para a mobilidade urbana.

Foi também um ano importante para a Netflix, plataforma de filmes e séries que começou, em 2010, sua expansão mundo afora — ela foi nos EUA em 1997.

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É nesse contexto que nascem os primeiros representantes da geração Alpha.

Mais independentes, eles também são apontados como jovens mais inteligentes.

Por terem uma capacidade de solucionar problemas de forma mais avançada que a de seus pais e avós.

Educação e Tecnologia

Na educação, a geração Alpha vai alcançar patamares ainda mais altos, com tempo de dedicação aos estudos superiores a 12 anos.

Isso deve acontecer principalmente pela maior autonomia na educação e pela necessidade de aprendizado e de atualização contínuos que, segundo especialistas, devem durar toda a vida.

Em uma era em que toda a informação está disponível, o papel das escolas e dos professores também sofre uma mudança significativa.

As escolas passam a ser espaços mais fluidos, e os educadores assumem a importante função de curadores de conteúdo e mentores do aprendizado.

Outro fator que será marcante na educação da geração Alpha é a integração da tecnologia às metodologias de ensino.

Enquanto na geração anterior o uso de gadgets e softwares educacionais ainda é visto como novidade e a oferta não é tão diversa, os nascidos após 2010 já terão experiências de aprendizado completamente desenhadas a partir da tecnologia.

O futuro da Geração Alpha

O surgimento e crescimento das EdTechs colocam no mercado, diversas soluções educacionais anualmente, e a tendência é que esse movimento se intensifique ainda mais nos próximos anos.

O conceito de emprego como nós conhecemos hoje deve ser diluído em breve.

O futuro será marcado por ciclos de atuação profissional, em que cada pessoa terá pelo menos cinco ‘carreiras’ diferentes ao longo da vida.

Com a inserção cada vez mais intensa da tecnologia nas empresas e a automação das tarefas do dia a dia, o profissional do futuro deverá investir em formação contínua, generalista e focada em competências socio-emocionais, um grande diferencial no século XXI.

As pesquisas sobre as tendências de comportamento da geração Alpha, claro, ainda estão em curso e devem acompanhar esses jovens pelos próximos anos, fornecendo insights mais precisos sobre o cenário que se desenrola nos dias de hoje.

Mas já é possível perceber a variedade de desafios e oportunidades que chegam ao mercado de trabalho e à educação com a nova geração.

Você está preparado para andar lado a lado com eles?

Fonte: Geracao-alpha. CER. Sebrae

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